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  • Foto do escritorJéssica Reis

Mês vocacional - Dia do Diácono, dos pais e de Santa Dulce dos Pobres

Agosto é o mês vocacional. Conforme já publicado anteriormente, no dia 04 comemorou-se o dia do padre, porém as reflexões sobre vocações não se encerram por aí. Como visto na publicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) a seguir, escrito por Dom Jaime Vieira Rocha, todos são chamados a participarem do discipulado de Jesus já aqui nessa passagem terrestre, cada um a sua forma e conforme os desejos que Deus planta em nossos corações. A matéria completa pode ser lida no link¹ ao final desta matéria.



Agosto, mês vocacional


O mês de agosto é o mês vocacional. Esse ano com um sentido todo especial: estamos vivendo, desde novembro passado, o 3º Ano Vocacional, com o tema: “Vocação, graça e missão” e o lema: “Corações ardentes, pés a caminho” (cf. Lc 24,32-33).


É sempre prazeroso falar de vocações. “Toda pastoral é vocacional, toda formação é vocacional, toda espiritualidade é vocacional” (PAPA FRANCISCO. Exortação apostólica pós-sinodal Christus vivit, n. 254). Papa Francisco e, com ele, o Ano Vocacional, almejam uma cultura vocacional, onde todos os católicos se sintam vocacionados, isto é, chamados ao discipulado de Jesus Cristo.


Viver esse discipulado é a realidade própria de todos os batizados e batizadas, tanto os ministros ordenados como os leigos e leigas. Somos vocacionados, como somos discípulos missionários. As vocações especificas na Igreja existem para o serviço de dedicação maior de uns para com os outros. Não se trata de uma diferença de maior ou menor importância, e menos ainda, de considerar uns superiores a outros [...].


Vivendo o mês vocacional a Igreja celebra todas vocações. Que essa celebração incuta em todos os agentes de pastoral uma verdadeira cultura vocacional. Assim, reconhecendo que elas se alicerçam na própria condição criada por Deus, elas se unam na experiência da sinodalidade, característica essencial de todas as vocações.


Todas as vocações serão lembradas, rezadas e celebradas neste mês de agosto: a vocação presbiteral, no primeiro domingo, com o “Dia do Padre”, a vocação ao matrimônio, no segundo domingo, com o “Dia dos Pais”, a vocação à vida religiosa, no terceiro domingo, dia dos religiosos e religiosas, e a vocação dos leigos e leigas, com o dia do catequista, no quarto domingo. Bom mês vocacional para todos!



Dia do diácono


No dia 10 de Agosto comemora-se o dia do Diácono. Convidamos a todos os paroquianos para rezar por todos que disseram "SIM" ao diaconato, principalmente pelo Diácono Anderson. Que Deus abençoe sempre suas palavras para que elas sejam um caminho que levam a comunidade à presença de Jesus, nosso Mestre que ama todos sem distinção e nos oferece várias formas de segui-Lo e proclamá-Lo, como no diaconato, por exemplo.


Fonte: Pascom - Paróquia do Bom Pastor


Aproveitando a oportunidade, ratificamos que chegou o grande dia do início da nossa semana da família, com abertura na Câmara Municipal sendo o Diácono Anderson o responsável. Convidamos a todos para estarem presente as 19:30h. Vamos fazer um empenho, colocar nossa participação como prioridade essa semana, mostrar a força das nossas camisas na Câmara Municipal hoje e, principalmente, demonstrar a força das nossas famílias. É muito importante a participação de todos. Essa semana será de evangelização, de amor e de muita esperança. Contamos com o apoio de todos. Novamente segue a programação completa:


Fonte: Pascom - Paróquia do Bom Pastor



Dia dos pais


Para refletir sobre o dia dos pais, que será comemorado no dia 13 de Agosto, segue um texto publicado pela Canção Nova, sendo que a matéria na íntegra pode ser lida no link² ao final desta publicação.


Fonte: https://www.arquidiocesedegoiania.org.br/comunicacao/noticias/1598-sao-jose-um-pai-amado


O mês de agosto é o Mês das Vocações. Dentro da vocação familiar, da feliz união entre um homem e uma mulher, nós celebramos a cada segundo domingo de agosto o Dia dos Pais. Equilibrando erros e acertos, os pais têm um papel importante na formação do caráter e no decorrer da vida dos filhos.


Os pais acompanham seu crescimento, seu desenvolvimento intelectual e se esforçam para dar aos filhos conforto, boa alimentação, educação de qualidade. E, em geral, procuram orientá-los para que possam enfrentar o mundo, com suas alegrias, com seus dissabores. Acompanham-nos em suas vitórias, em seus fracassos, em suas lutas.


É claro que há exceções, mas essas exceções só confirmam a regra porque pais que não se preocupam com seus filhos não estão no seu estado natural, normal [...] isso não é o correto, o desejável, a razão pela qual Deus os fez pais. A família – o Lar cristão – Igreja doméstica – Santuário da vida – é a célula básica da sociedade. Deus nos coloca numa família para que nela aprendamos a amar e, porque aprenderemos a amar sem medidas, Ele espera que extravasemos esse amor para a vizinhança, para o bairro, para toda a cidade, para o mundo.


Dentro da família, o pai é o apoio, o amparo, a proteção, tal como São José o foi na Sagrada Família. Precisamos de muitas orações pelos pais, para que eles tenham saúde, caráter, amor no coração e para que eles sejam amados e respeitados pelos seus filhos, que se espelharão neles [pais] para construir a própria vida.


E, mais importante do que tudo isso, que nossos pais sejam educadores de seus filhos na fé, transmissores da fé católica e deem testemunho de discípulos-missionários de Jesus Cristo. Uma prece especial fazemos pelos pais e avôs que já nos precederam no convívio celeste da comunhão dos santos. Da mesma maneira, aos pais presentes, que Deus abençoe os pais de todo o mundo. Sendo eles abençoados, as famílias o serão e a humanidade poderá conhecer uma vida melhor.



Santa Dulce dos Pobres


Também no dia 13 de Agosto é comemorado o dia nacional de Santa Dulce dos Pobres, sendo ela um exemplo de vocação à vida religiosa. Para refletir sobre seu dia, segue um texto publicado pela Canção Nova, sendo que a matéria na íntegra pode ser lida no link³ ao final desta publicação.


Fonte: https://santo.cancaonova.com/santo/santa-dulce-dos-pobres-anjo-bom-da-bahia/


Dulce Lopes Pontes nasceu, em 26 de maio de 1914, em São Salvador da Bahia (Brasil). Batizada com o nome de Maria Rita, foi a segunda dos cinco filhos de Augusto e Dulce Maria de Souza Brito Lópes Pontes. Órfã de mãe aos seis anos, ela tinha cerca de 16 anos quando começou a manifestar a qualidade que a teria distinguido ao longo de sua vida: a caridade. No porão da casa, acolhia crianças, adultos e idosos pobres e cuidava deles. De sua família e vizinhos, obtinha alimentos, roupas, remédios e alguns trocados que lhes destinava para aliviar seu sofrimento.


Enquanto cursava o mestrado em São Salvador da Bahia, ingressou na Ordem Terceira Franciscana. Mais tarde, conheceu o Superior Provincial dos Missionários da Imaculada Conceição. Logo que se formou, em 8 de fevereiro de 1933, ingressou nesta Congregação, que faz parte da grande família franciscana. [E em] agosto de 1934, fez os votos religiosos e adotou o nome de Dulce, em memória de sua mãe.


Em 1935, fundou o primeiro movimento operário cristão em São Salvador: o Sindicato Operário de São Francisco; em 1937, fundou o Clube dos Trabalhadores da Bahia; em 1939, inaugurou o Colégio Santo Antônio, escola pública para trabalhadores e filhos de trabalhadores, no bairro de Massaranduba, em São Salvador. No mesmo ano, iniciou-se a acolhida aos doentes em prédios abandonados da cidade; em 1949, com a permissão da Superiora, pôde acolher setenta enfermos em um abrigo obtido no galinheiro adjacente à casa de sua congregação.


Em 1960, foi inaugurado o Asilo Social Suor Dulce, com um Estatuto que abarcava todas as suas fundações e enfatizava seu caráter exclusivamente cristão e humanitário. Em julho de 1979, o Cardeal Arcebispo Avelar Brandão Vilela convidou Santa Teresa de Calcutá a São Salvador para abrir uma casa em Alagados. Irmã Dulce aproveitou para conhecê-la. Exatamente um ano depois, houve outro encontro importante, aquele com São João Paulo II. Em 8 de fevereiro de 1983, foi inaugurado o novo hospital Santo Antônio, considerado, pelos baianos, mais um “milagre de Irmã Dulce”.


Os últimos meses da vida da beata foram caracterizados pela doença. Piorou em novembro de 1990. Em outubro de 1991, São João Paulo II foi a São Salvador e quis ir às Obras visitar Irmã Dulce. O Cardeal Lucas Moriera Neves contou que o Santo Padre disse várias vezes: “Este é o sofrimento dos inocentes. Igual ao de Jesus” [...].


A sua dedicação aos pobres tinha uma raiz sobrenatural e do Alto extraia energia e recursos para pôr em marcha uma espantosa atividade de serviço aos últimos. Longe de qualquer horizontalismo, como verdadeira alma franciscana, fez-se pobre com os pobres por amor ao supremamente pobre. Sem fomentar conflitos de classe, lembrou aos ricos da necessidade evangélica de partir o pão com os famintos.


Sua vida foi uma confissão da primazia de Deus e da grandeza do homem filho de Deus, mesmo onde a imagem divina parece obscurecida, degradada e humilhada. Em 13 de março de 1992, a Beata Dulce faleceu em São Salvador da Bahia. De todo o Brasil ela foi, e ainda se define, a “Mãe dos Pobres” e o “Anjo Bom da Bahia”. Em 13 de Outubro de 2019, o Papa Francisco realizou o ato de canonização.


Santa Dulce, rogai por nós!



Texto: Jéssica Reis


Referências para a elaboração dessa publicação:

¹ https://www.cnbb.org.br/agosto-mes-vocacional-5/

² https://formacao.cancaonova.com/igreja/doutrina/dia-dos-pais-significado-e-oracoes/

³ https://santo.cancaonova.com/santo/santa-dulce-dos-pobres-anjo-bom-da-bahia/

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